Fez sol nos dois dias seguintes à minha chegada. Andar pelos parques foi muito bonito. A arquitetura da cidade é algo que eu não tinha visto. Prédios altos, em um estilo antigo, mas reformados. A cidade não tem ônibus, mas bondes modernos. Muitas vezes, andando ou de bicicleta, atravessa-se um braço de rio no caminho para chegar a algum lugar. E nesses braços sempre há patos e, não raramente, pessoas (inclusive crianças) praticando caiaque. Agora o tempo fechou e todos os dias chove. Mas a cidade tem muito mais a oferecer do que seus parques. No centro da cidade, perto da Augustusplatz, uma praça, sempre há um sanfoneiro ou um violonista ou alguma apresentação/protesto. E, praticamente em todos os estabelecimentos de lazer há um espaço com escaninhos onde estão à disposição panfletos que descrevem as atividades culturais que estão sendo realizadas no momento na cidade. E são muitas.
Outro ponto positivo da cidade são as pessoas. Sim, os europeus são fechados, mas os alemães têm me parecido mais francos e, muitas vezes, bem simpáticos -- entenda-se tratar os outros com um sorriso. Fui a uma das bibliotecas de um dos campus da Universität Leipzig, que no ano que vem completa 600 anos, e quando cheguei um aluno espontaneamente, com um tratamento amigo, me informou como guardar minhas coisas antes de entrar, embora eu já soubesse -- eu nem tinha perguntado. O atendente, provavelmente um aluno, foi bastante atencioso comigo e sempre tratou com algum sorriso no rosto e uma voz calma. Depois eu fiquei com fome e perguntei a um estudante que já ia sair da biblioteca onde eu poderia achar a cantina e ele me chamou para segui-lo, a fim de que ele me mostrasse onde era e no caminho ele foi puxando assunto -- nada homossexual, como brasileiros poderiam pensar ao ler isso que eu escrevo --, perguntando de onde eu era. Eu respondi e depois disse que estava só em Leipzig a passeio e estudando na França. Logo ele tentou falar alguma coisa em francês. Me impressiono com tudo isso porque em Limoges acho que isso não aconteceria, pelo menos não dessa maneira.
Passeio no zoológico de animais regionais e ao redor do lago
No zoológico de animais regionais
Um dos seus habitantes. Não me lembro o nome da espécie.
Mais adiante, uma coruja branca.
Ao lago.
Olhando na direção da foto anterior, eu podia ter esta vista.
Olhando para trás, eu poderia ter esta imagem. Tinha a intenção
de registrar as pipas coloridas que pessoas lá da margem de areia empinavam.
Olhando para o lago. Deus, aquilo é uma pirâmide! Por que não contornar o lago e chegar ao outro lado?
No e ao redor do lago, pessoas se divertem patinando; andando de bicicleta, empinando pipas, correndo, fazendo kite-surfing, velejando...
Por que não, então, também andar a cavalo?
Um dos seus habitantes. Não me lembro o nome da espécie.
Mais adiante, uma coruja branca.
Ao lago.
Olhando na direção da foto anterior, eu podia ter esta vista.
Olhando para trás, eu poderia ter esta imagem. Tinha a intençãode registrar as pipas coloridas que pessoas lá da margem de areia empinavam.
Olhando para o lago. Deus, aquilo é uma pirâmide! Por que não contornar o lago e chegar ao outro lado?
No e ao redor do lago, pessoas se divertem patinando; andando de bicicleta, empinando pipas, correndo, fazendo kite-surfing, velejando...
Por que não, então, também andar a cavalo?O passeio foi de bicicleta. Sim, a torre é a mesma.




Um comentário:
"Casa 'Kem Diria' " lá em Mosqueiro nessa tua historia!
Quem diria hein?
A Alemanha ser mais receptiva que a França.
Que bom que estás gostando e aproveitando.
Siga em frente.
Postar um comentário